Gaules deu a declaração mais direta até hoje sobre o retorno da G3X ao CS2. Em entrevista à Dust2 Brasil, o streamer afirmou que o momento certo para a organização voltar a ter um time no jogo está mais próximo do que antes, e confirmou que já há planos em andamento.
Gaules e a G3X no CS2: planos existem, momento ainda se define
Gaules não escondeu a vontade de ver a G3X de volta ao cenário competitivo de Counter-Strike. Na entrevista, ele reconheceu que a organização monitora quando seria a hora certa de agir.
Eu nunca escondi que essa vontade sempre existiu e vai existir. Acho que é mais sobre encontrar o momento certo. Dentro de tudo que vivemos nesses últimos anos, acredito que esse momento certo acaba estando mais próximo do que antes.
Quando questionado sobre planos concretos, Gaules confirmou que eles existem, mesmo sem dar datas.
De certa forma sim, sempre tentamos monitorar qual seria esse momento certo, porque sabemos o quanto a comunidade quer isso, e o quanto é um projeto que precisa ser colocado um carinho. Então, nesse momento estamos olhando, e acredito que pode ser em um futuro por aí.
A G3X foi um dos times mais relevantes do CS brasileiro antes de migrar para a Kings League, competição de futebol criada por Gerard Piqué que ganhou espaço no Brasil nos últimos anos.
Dividindo tempo entre CS e Kings League
Gaules também falou sobre o desafio de transmitir tanto CS quanto os jogos da G3X na Kings League, dois calendários que eventualmente se sobrepõem.
Estou equilibrando pratos. Acho que a Kings League é um produto agora mundial, e que tem uma conexão muito grande com a comunidade brasileira. Então, acho que agora é torcer para os calendários se conflitarem o menos possível.
Parte da comunidade critica Gaules por reduzir a presença nas transmissões de CS. Ele vê a cobrança como sinal positivo.
Essa cobrança fala sobre o quanto a comunidade gosta do que eu faço. Você não vai cobrar alguém que você não goste de ver.
ENC e disputa por direitos de transmissão
O streamer também comentou a Esports Nations Cup. Gaules enviou um projeto para liderar a representação do Brasil, mas a escolha recaiu sobre Jaime Pádua, CEO da FURIA, e Yuri “Fly” Uchiyama, CEO da Gamers Club, pela Aliança Brasileira de Esports. Ele afirmou que ficou até torcendo pela candidatura dos times.
Quando eu ouvi que tinha esse projeto com vários times brasileiros e com o Fly, eu acho que eu estava até torcendo um pouco para eles, porque eu acho que faz muito mais sentido.
Sobre a disputa com a BetBoom por direitos de transmissão de CS2 na América Latina, Gaules minimizou o impacto e disse que o custo para manter todos os direitos era alto. Com mais transmissores no mercado, a pressão financeira sobre seu canal diminuiu.






