A Esports Foundation anunciou nesta semana a Aliança Brasileira de Esports (ABE) como representante oficial do Brasil na primeira edição da Esports Nations Cup (ENC), marcada para novembro de 2026, em Riade, na Arábia Saudita.
A coalizão reuniu organizações historicamente rivais: FURIA, LOUD, MIBR, paiN Gaming, Red Canids e Fluxo W7M.
Como funciona a Aliança Brasileira de Esports na ENC 2026
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A ABE terá Jaime Pádua, CEO da FURIA, como Diretor Nacional, e Fly, CEO da Gamers Club, na função de Manager da seleção. O Brasil competirá sob o nome “Brasil Esports” nas modalidades do torneio.
Essa coalizão não existia antes porque nunca houve um motivo tão grande. A ENC é o momento em que paramos de ser rivais e viramos um time.
Fly destacou que o país reúne jogadores de alto nível e que a estrutura criada pela ABE é o passo necessário para demonstrar essa capacidade em competição entre seleções.
A ABE representa a união da elite competitiva do ecossistema brasileiro sob uma mesma bandeira e é exatamente isso que os esports do Brasil precisavam para dar o próximo passo no cenário global.
16 jogos, US$ 45 milhões e um mês de competição
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A ENC 2026 acontece entre 2 e 29 de novembro e conta com 16 modalidades. A Esports Foundation vai investir US$ 45 milhões no total: US$ 20 milhões em premiação para atletas e comissões técnicas, US$ 5 milhões em incentivos para clubes que cederem jogadores e outros US$ 20 milhões num fundo de desenvolvimento voltado ao fortalecimento dos ecossistemas nacionais.
Entre os jogos com maior premiação estão VALORANT, League of Legends, Dota 2 e Mobile Legends, cada um com US$ 1,5 milhão distribuídos. CS2 e Rainbow Six Siege oferecem US$ 1,32 milhão cada.
Como serão definidos os times?
O Brasil disputará vaga em todas as modalidades por um sistema híbrido: metade das vagas via convite por ranking global e metade por qualificatórias regionais online.
Em modalidades 5v5, cada seleção pode escalar no máximo três jogadores do mesmo clube, o que garante diversidade na composição dos elencos nacionais.
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