Kami fala sobre série contra INTZ e exalta trabalho de PAADA e jUc

Kami fala sobre série contra INTZ e exalta trabalho de PAADA e jUc

Conversamos com Gabriel “Kami” Bohm, mid laner da paiN Gaming que está à caminho de sua terceira final jogando pela equipe. Pela paiN, Kami foi campeão em 2013 e no segundo split de 2015. Você pode conferir toda entrevista no vídeo abaixo:

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Kami explicou que a paiN não teve jogo fácil na série mas acredita que o mais importante foi como a paiN não perdeu o foco e não deixou sua comunicação cair após os erros. “Neste último jogo, a gente sabia que estava em uma situação extremamente desfavorável, sabíamos que não tinha o que fazer a não ser, tentar dar alguma outplay neles de forçar algo que eles não estivessem esperando,” e logo depois finaliza: “A gente jogou muito bem em volta da Camille, conseguimos forçar objetivos, tiramos o Teleport dela e esse tipo de coisa só é possível se você manter a calma, manter a cabeça no lugar e o foco no objetivo do jogo.”

A INTZ começou com uma vitória rápida onde a paiN não teve reação. Kami explica que foi uma partida “atípica” de sua equipe e que perder a primeira partida de uma MD5 não é o fim do mundo. “O primeiro jogo não nos abalou tanto pois, teve uma questão de pick, mas a gente jogou mal. Então, perdemos porque jogamos mal, é só não jogar mal no próximo.

Durante as séries, após 15 a 20 minutos de jogo, os treinadores Arthur “Paada” Zarzur e César “jUc” Barbosa paravam de assistir o jogo e iniciavam uma reunião sobre os picks e bans da próxima partida. “A gente se preparou muito,” conta Kami. “Só quem estava lá na Gaming House sabe o tanto que o PAADA e o jUc passam estudando e buscando novas opções, buscando o melhor Draft possível. Eles literalmente acordam, vão para a sala deles, ficam o dia inteiro estudando o jogo, vão dormir e no dia seguinte estudando e estudando o jogo.


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Foto: Riot Games

Quando a equipe anunciou a sua comissão técnica composta por membros que já faziam parte da paiN, a comunidade criticou bastante a decisão. Kami fala que não culpa as pessoas que duvidaram. “Não foi uma parcela muito grande da torcida e do pessoal que acompanha o CBLOL que botaram fé na gente neste split. Até por conta dessas mudanças. Não contrataram um gringo ou alguém famoso,” conta o jogador.

A Red Canids é a franca favorita para enfrentar a paiN Gaming na grande final. Enquanto a matilha prefere jogar o mapa, o time de Kami gosta de realizar Team Fights em certos momentos do jogo. Kami explica que a paiN precisa consertar alguns erros da equipe de rotação. “A gente soube jogar as team fights bem e a soubemos a levar o jogo para essas team fights,” ele explica.


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