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LCK 2026: BRO Roamer fala sobre passagem no Brasil

LCK 2026: BRO Roamer fala sobre passagem no Brasil

Em uma entrevista no vlog da HANJIN BRION, o mid-laner Roamer contou para o público sul-coreano como foi sua passagem no Brasil em seus tempos de paiN Gaming. O jogador destacou detalhes sobre rotina de treino, alimentação e convivência na nossa região.

Em uma pergunta inicial sobre a rotina de treino, Roamer fez a comparação com a LCS, lembrando que na entrevista estava também o Loki, ex mid da C9.

Bom, no caso o CBLOL, é bem parecido com a LCS. A gente acorda ao meio-dia, joga cinco partidas de scrim em formato MD5 e, depois disso, o resto do tempo é praticamente livre. E sobre a SoloQ, todo mundo parece jogar até a hora que bem entender.

Olha só, eu não imaginava que o cronograma da liga sul-americana fosse assim. E como era o ambiente da sala de treino?

O ambiente de treino em si não era ruim… mas assim que a rotina do dia acabava, todo mundo ia direto para casa.

Ah, entendi. Então a galera costuma jogar a Solo Queue de casa mesmo?

Sim, sim. Tirando os scrims, acho que a maioria joga de casa. No caso deles, acho que jogavam a Solo Queue na gaming house mesmo. No CBLOL, eles também oferecem quartos individuais para cada um. É basicamente um apartamento onde todos moram juntos, mas cada um tem o seu próprio quarto.

O time em que eu estava servia comida típica brasileira, mas para o meu paladar, não era muito gostosa. – É aquela combinação de carne, arroz e feijão, né? – Sim, isso mesmo. Eu lembro de ter comido esse feijão uma vez. Mas comer fora era gostoso. É que a comida do nosso time especificamente não era muito boa. Por isso, no meu caso, eu costumava sair para comer, pedia entrega ou simplesmente cozinhava a minha própria comida na maioria das vezes.


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Foto: Reprodução/Riot Games.

Eu fazia pratos coreanos simples, tipo sopa de alga (miyeok-guk) ou ensopado de kimchi (kimchi-jjige). Para entrega pedia pratos brasileiros locais ou carne típica do Brasil. Acho que também pedi frango. O delivery na Coreia é muito bom, mas o de lá era quase tão bom quanto.

A comunicação era quase toda em inglês. No nosso caso, a gente se comunicava em inglês para tudo. Como eu não sou uma pessoa que domina o inglês perfeitamente sinto que não consegui criar uma proximidade tão grande com eles. E acho que isso acabou afetando um pouco dentro do jogo também. Entendi.

Mas sobre o idioma em si, você já tinha dado uma estudada na época da LCS, certo? Você passou por lá antes de ir para o CBLOL, certo? Na hora de aprender esse inglês, você não achou os termos do jogo mais difíceis de pegar? Até porque os termos que usamos na Coreia são diferentes.

Ah, os termos do jogo a gente acaba repetindo sempre as mesmas coisas, então conforme você vai jogando, decora bem fácil. O que foi mais desafiador foi a parte da comunicação do dia a dia mesmo.

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Foto: Reprodução/LTA Sul Flickr.
Sérgio 'Correslol' Fiorini

Sérgio 'Correslol' Fiorini

Jornalista nos Esports desde 2022. Tropa da Edificação. Jornalismo que incomoda.

Publicado emAtualizado

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