Faker já consolidou seu nome como um dos grandes ícones do esporte sul-coreano. Após conquistar seu sexto título mundial no Worlds 2025, o terceiro consecutivo, o jogador recebeu a Medalha Cheongnyong das mãos do presidente sul-coreano Lee Jae-myung, a mais alta condecoração esportiva concedida pelo governo da Coreia do Sul.
A honraria elevou o patamar do jogador junto a nomes do próprio esporte tradicional, como o jogador de futebol Son Heung-min e o maratonista olímpico Sohn Kee-chung, ambos também agraciados pela medalha.
Quando questionado pelo portal sul-coreano FOMOS Esports sobre o feito, que também aumentou o prestígio do esporte eletrônico na Coreia, Faker deu o crédito ao fomento e suporte de todos, além de falar sobre a responsabilidade de ser a maior figura do League of Legends competitivo:
Sempre acreditei que, com o tempo, os esports seriam naturalmente reconhecidos como um esporte legítimo. Embora eu possa ter tido alguma participação nisso, a melhora na percepção do público se deve à ajuda e ao apoio de muitas pessoas.
Como alguém que representa os esports para muitas pessoas, esse senso de responsabilidade, na verdade, me motiva a trabalhar ainda mais. Isso exerce uma influência muito positiva sobre mim.
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Prestes a completar 30 anos, Faker segue competindo para estender seu legado
A carreira do mid laner da T1 já pode ser considerada mais do que completa. Para fins de comparação, Faker recebeu a maior honraria possível para um esportista na Coreia do Sul aos 29 anos, a mesma idade em que Son alcançou a condecoração.
Ainda assim, declarações como as acima ajudam a entender por que o jogador segue competindo, mesmo após conquistar, inúmeras vezes, os maiores títulos do League of Legends.
Sua figura continua atuando como um catalisador para a consolidação dos esports na sociedade sul-coreana, abrindo espaço para novos investimentos e maior visibilidade internacional.
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