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O Caso Loop não termina. A paiN levou a briga para a Justiça, a notícia foi publicada no dia 19 de abril e gerou ainda mais polêmicas em cima de toda a novela.

Durante o início do processo judicial, a paiN pediu uma pedido de urgência que liberaria Loop para atuar com a camisa da paiN pelo CBLOL, tal pedido já foi negado pela Justiça de início. Após outros acontecimentos, a paiN recorreu a decisão entrando com um recurso, o processo voltou novamente para o juiz que manteve a sua decisão.

De acordo com o juiz, sua decisão se baseia nos mesmos princípios apresentados na primeira vez.
No mesmo processo, a Riot Games deve apresentar sua defesa sobre  o “Caso Loop”, e foi concedido à Empresa  15 (quinze) dias úteis. A Riot ainda não apresentou nada, porém, estamos no final da contagem dos 15 dias.

O Caso Loop

O “Caso Loop” foi uma das maiores polêmicas do E-Sport brasileiro. O jogador Caio “Loop” Almeida foi aliciado pela paiN Gaming enquanto atuava pela INTZ. Devido ao aliciamento, a Riot puniu a paiN Gaming e uma dessas punições foi “barrar” a contratação do Jogador.

Com a punição, Loop não poderia jogar pela paiN Gaming em 2016, fazendo com que o time corresse para encontrar um novo Suporte. Após a falha ao tentar contratar o europeu Hiiva, o time anunciou Picoca como seu novo Suporte e algumas semanas depois anunciou a contratação de Loop como Analista do time.

Durante a BRMA, a paiN Gaming jogou com Loop em sua escalação. Mesmo assim, a Equipe perdeu para a INTZ na semifinal e logo em seguida para a Operation Kino na disputa de terceiro lugar.