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Depois de conquistar o título do Campeonato Brasileiro de League of Legends, a INTZ agora vai em busca de mais um objetivo no ano: se classificar pela primeira vez para o mundial de LoL. Para isso, a organização decidiu mandar Revolta, Yang, Jockster, Tockers e micao para a Alemanha, local onde irão passar por um bootcamp de 30 dias para se preparar para o International Wildcard Qualifier, que terá sua primeira fase disputada em São Paulo entre os dias 24 e 29 de agosto e a fase final realizada nos dias 3 e 4 de setembro, na Ópera de Arame em Curitiba.

De acordo com o eSports Manager da INTZ, Caique Henriques, a INTZ optou por ir mais uma vez para a Alemanha por conta da falta de calendário oficial e também por conta dos resultados do último bootcamp realizado antes da final do 1º split do CBLOL deste ano.

“Estamos indo para Alemanha em parceria com a NVIDIA e desta vez ficaremos um mês inteiro lá. Com o final do CBLOL e pelo fato de não ter nenhum campeonato oficial próximo, os times entraram de férias por tempo indefinido, por conta disso, optamos por fazer o bootcamp para seguir treinando e aprender coisas novas para mostrar nesta IWCQ e conseguir a vaga para o Mundial”, afirma Caique.

Já para o jungler intrépido, Gabriel “Revolta” Henud, a escolha de retornar para a Alemanha se deu também pelo fato da boa experiência que o time teve por lá no último bootcamp, além dos jogadores gostarem da soloQ europeia e dos times que serão adversários durante o período de treinamentos.

Ao ser perguntado sobre os insucessos da INTZ em outros campeonatos internacionais, Revolta afirmou que o time não se preocupa com isso e sim em evoluir e atingir os resultados esperados, já que cada bootcamp é um desafio novo para cada um da equipe.

O jungler ainda fez questão de lembrar que a INTZ deverá enfrentar dificuldades tanto com os adversários do bootcamp, quanto com os times do IWCQ. Mas lembrou que serão as derrotas em possíveis scrims durante o período de treinamentos que auxiliarão a equipe a crescer ainda mais.

“No bootcamp, com certeza os treinos vão ser muito mais difíceis e a soloQ também. Esperamos perder muitos jogos para os times da Europa e assim, evoluir. A cada ano que passa o IWCQ vem se mostrando mais difícil de vencer, então acredito que temos que nos preparar muito bem contra todos os times e não apontar favoritos. Isso vai exigir muito mais trabalho do que já tivemos em outras preparações para os torneios internacionais que já disputamos”, revela Revolta.

Já ao ser questionado sobre a pressão pelo fato do IWCQ estar sendo disputado no Brasil este ano, o intrépido disse que o time prefere ignorar esse fato, já que ele acredita que qualquer torneio desse porte já tenha uma carga elevada de pressão, independente de onde esteja sendo disputado. “Claro que a torcida do Brasil é sensacional e com certeza dará aquele apoio, mas preferimos não contar com isso para vencer a competição”, ressaltou.

Já em relação à um possível favoritismo da INTZ para conquistar uma das duas vagas para o Mundial, Revolta preferiu manter a cautela e relembrar o que já aconteceu em outros classificatórios.

“Acredito que pelos resultados anteriores esse IWCQ não tenha um time favorito, já que todas as regiões que disputarão a competição estão bem fortes. Por conta disso, temos que esperar para ver qual time virá mais preparado para o Brasil”, conta o jogador.