Six Invitational: Budega explica derrota para TSM: “Não tínhamos informações na rodada”

Rainbow Six
De:Bruno Martins-
May 14, 2021

Depois da estreia no Six Invitational, o MIBR concedeu uma entrevista coletiva aos jornalistas brasileiros. Durante o papo, os jogadores, junto com treinador Budega, abordaram diversos assuntos; confira.

A estreia do MIBR no Six Invitational não foi exatamente o que os torcedores esperavam. Com um grande hype sobre a equipe, FelipoX e companhia não atuaram bem contra a TSM e acabaram por serem atropelos por 7-2 no Clube.

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Elenco do MIBR de Rainbow Six. Foto: Reprodução
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Muito se falou, depois da derrota, sobre a agressividade do MIBR no lado defensivo do mapa e que isso teria sido um dos motivos que a equipe jogara tão abaixo do esperado. Treinador da equipe, budega discordou deste ponto.

A escolha de mapa deixou Clube como o palco do confronto. No mapa, o treinador explicou que o MIBR não conseguia ter a informação do adversário e que a agressividade era um modo que conseguir driblar esse problema.

“Não fechamos as rodadas porque não tínhamos muitas informações de como eles iriam jogar. Eles baniram Valkyrie e com isso não conseguimos fechar a rodada porque não tínhamos intel no round. Isso foi o problema de ontem”, falou.

O MIBR é uma equipe jovem e que estão em seu primeiro campeonato presencial. Com isso, é normal que os jogadores estranhem todo o ambiente ao redor do evento por, simplesmente, não estarem acostumados com a situação. Na entrevista coletiva, FelipoX citou as diferenças de jogar em uma gaming house para jogar em uma lan.

“Acho que a maior diferença de jogar na lan é que o jogo é praticamente outro: a famosa lan biuld. É 1 de ping, o netcode parece ser diferente e o jogo parece ser mais liso. Também toda a pressão de jogar presencialmente, mas acho que lidamos bem com isso”, disse.

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Budega, treinador do MIBR, falou sobre a estreia da equipe no Six Invitational. Foto: Reprodução

Não é só o fato de jogar um campeonato mundial em lan que é o problema. O desconhecimento do adversário pode ser um fator determinante para uma vitória ou derrota. Se adaptar é fundamental nesse aspecto, revela Lukid.

O MIBR terá pela frente duas surpresas: a Parabellum e a Mkers. No entanto, para os brasileiros o trabalho será mais ‘fácil’ por assim dizer. Isto porque FelipoX e companhia vão jogar contra essas equipes já no final da fase de grupos. O jogador falou sobre essa questão: “A gente deu sorte com a bracket de enfrentá-los por último então já vão ter jogados alguns jogos. O confronto não vai ser totalmente às cegas”.

Seu companheiro de equipe, Lukid também deu sua opinião sobre a questão. “Se torna mais perigoso [jogar contra equipes que não se tem muita informação], mas você tem que se adaptar durante o jogo. Você tem que pensar mais rápido que eles porque eles tem informações sobre você. Todo ataque ou defesa, você tem que se adaptar. Mesmo sendo times desconhecidos, a Mkers pode ser imprevisível, e a Parabellum acho que é um time básico e acho tranquilo de jogar contra”, disse.

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rappz, jogador do MIBR. Foto: Reprodução

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