O anúncio de que a Ilha da Macacada teria uma equipe disputando o Campeonato Brasileiro de League of Legends em 2017 movimentou o cenário dos e-sports na última quarta-feira (16). Desde então, o Mais e-Sports preparou uma matéria especial que conta toda a trajetória da Ilha da Macacada, que de grupo no Facebook chegou ao CBLOL.
Em entrevista ao Mais e-Sports, o criador da Ilha da Macacada, Samuel Rehbein, revelou que criou o grupo no Facebook em 2013, um ano depois que começou a ter os primeiros contatos com o League of Legends. Samuel, que até então era criador de conteúdo em uma página de humor do LoL, resolveu criar um grupo para interagir com quem curtisse e jogo e proporcionar uma troca de experiências entre os participantes.
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“Sempre que eu conhecia um game novo eu buscava me envolver com a comunidade dele, fiz isso por muito tempo e gostava bastante disso. Porém, quando cheguei ao LoL não encontrei nenhum fórum, grupo ou comunidade que me proporcionasse aquele contato direto que eu tinha nos outros jogos com os players. Foi aí então que decidi criar a Ilha e comecei a divulgar o grupo onde eu sabia que os curtidores iriam se interessar”, conta Rehbein.
Samuel conta que logo no primeiro dia, o grupo alcançou 2 mil membros, o que era algo inimaginável para ele até então, já que a expectativa era que no máximo 200 pessoas entrassem no grupo. No entanto, apesar de um início promissor, o criador da Ilha da Macacada acredita que o crescimento do grupo se deve ao “boom” do League of Legends no Brasil.
“O crescimento da Ilha foi algo que aconteceu naturalmente. Com o “boom” do League of Legends no Brasil, o jogo se tornou mais popular, a comunidade cresceu e a Ilha da Macacada na época era um ponto de encontro desses players e de novos jogadores e o grupo foi crescendo junto com o LoL. Mas o crescimento do grupo se deve a personalidades da época que eram membros do grupo e acabavam interagindo de maneira direta e indireta, divulganddo a Ilha. Um grande exemplo dessas personalidades foi o gORDOx”, lembra Samuel.
Questionado sobre o número de membros que a Ilha da Macacada tem hoje, Samuel conta que esperava que o grupo atingisse no máximo 5 ou 6 mil pessoas e que o plano era ser apenas um grupo e nada além disso. No entanto, a dimensão que o grupo tomou fez com que os planos fossem alterados.
“A partir do momento em que o grupo começou a crescer, ficou muito claro a paixão que os membros tinham por ele. Foi aí então que eu pensei que seria fantástico ter um time que nos representasse nos campeonatos do jogo que todo mundo gostava. A equipe do LoL da Ilha é um sonho que só pôde ser realizado pela força de vontade e pela dedicação do André Marden e de um outro administrador que não está mais na equipe. Este é literalmente o sonho mais distante que nós tínhamos e ele se realizou, estamos muito animados”, revela o criador da Ilha.
Samuel ainda disse acreditar que o fato da maior comunidade de League of Legends no Brasil ter entrado no CBLOL, fará com que ainda mais pessoas se interessem pela competição, trazendo benefícios tanto para a equipe, quanto para a Ilha da Macacada no Facebook e também para as outras equipes e patrocinadores da competição.

Criação da IDM Gaming
Como foi revelado por Samuel, a ideia de ter um time da Ilha da Macacada já era um desejo antigo seu e no início de 2016, André Marden e Eric Teixeira iniciaram o projeto da IDM Gaming durante o carnaval daquele ano.





