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VALORANT: “A Riot não queria que eu saísse”, afirma Tixinha após 10 anos na desenvolvedora

Valorant

Um capítulo se encerra na trajetória de um dos profissionais mais queridos da comunidade da Riot Games. Tixinha, conhecido por muitos que acompanham os jogos da desenvolvedora, anunciou recentemente sua saída da empresa após uma jornada de 10 anos. Em entrevista exclusiva ao Mais Esports ele contou como tomou a decisão e também deu um spoiler sobre os projetos futuros.

A saída de Tixinha da Riot Games

A decisão de Tixinha em deixar a Riot Games foi marcada por reflexões sobre sua carreira, conquistas e a busca por novos desafios. Em uma declaração, ele compartilhou suas considerações sobre essa importante transição.

Foram 10 anos ótimos. Não tenho o que reclamar do que a Riot fez pela minha carreira e do que sou hoje. Acho que se os jogos da Riot não existissem, não teria começado lá no início de 2013. Tenho um sentimento de muito orgulho por fazer tudo que fiz durante a minha carreira e também de entender tudo que a Riot fez por mim, do que o jogo me proporcionou, das pessoas que, além de me ensinarem, me proporcionaram, assim, eu sou muito grato.

Não tenho o que reclamar do que a Riot fez pela minha carreira e do que sou hoje.

A decisão de deixar a Riot foi de Tixinha

Ao falar sobre sair da Riot, ele esclareceu que a decisão foi pessoal e fruto de reflexões sobre seu futuro profissional.

A Riot não queria que eu saísse! Durante as conversas de final de ano, de negociações, propostas e contrapropostas. Vamos voltar um pouquinho para você entender como foi meu pensamento. Acho que lá para o meio do ano, depois do Américas, comecei a pensar em algumas coisas da minha carreira.

A Riot não queria que eu saísse!

Tixinha expressou gratidão por sua trajetória na Riot Games e ressaltou que sua decisão não foi motivada por insatisfações, mas sim pelo desejo de explorar novas oportunidades e focar em projetos pessoais.

Vários pensamentos, várias coisinhas e várias vontades que eu tinha, mas eu pensava, ‘não vou poder fazer porque eu não posso dedicar meu tempo para isso, porque tenho que dedicar meu tempo para a Riot’.

Agora no final do ano, pensei muito, conversei com muita gente sobre isso, familiares, amigos, pessoas do cenário, para tentar entender se eu estava pensando certo. Tive conversas com a própria Riot. Tenho um espaço gigante dentro do VALORANT. 

Tixinha como Caster do LoL
(Foto: Divulgação/Riot Games)

Tixinha dá breve relato sobre transição de LoL para o VALORANT

Tixinha também destacou sua transição do League of Legends para o VALORANT, revelando a busca constante por novos desafios e a oportunidade de explorar novas coisas.

Sobre a parte de transição do LoL para o VALORANT, estou sempre tentando buscar novos desafios, sempre tentando buscar coisas onde eu possa me sentir feliz, onde eu possa conseguir criar outras coisas, conquistar novos sonhos. Sentia que o meu ciclo no LoL havia encerrado, que eu não tinha mais o que fazer ali no jogo. Eu já tinha meio que entregue tudo que consegui. E aí, eu pensei: ‘pô, um super novo desafio, ir para o FPS que é totalmente um mundo diferente’.

Sentia que o meu ciclo no LoL havia encerrado, que eu não tinha mais o que fazer ali no jogo.

Experiências do caster após sua chegada na Riot Games

A experiência de Tixinha no VALORANT foi marcada por momentos inesquecíveis, incluindo entrevistas em eventos internacionais que destacaram, até, sua habilidade de se comunicar em outros idiomas.

Sinto que melhorei ainda mais. Sinto que foi um salto ainda melhor no VALORANT do que eu era no LoL. No VALORANT, a Riot me deu uma liberdade absurda e uma confiança, me colocando em cenários de destaque, coisas que eu nunca fiz na vida.

Durante sua passagem pela Riot Games, Tixinha participou do VCT Americas e passou quase 100 dias nos Estados Unidos para cobrir o Champions.

Passei quase 100 dias nos Estados Unidos para cobrir o Champions. Tive experiências de vida e profissionais que a Riot me proporcionou no VALORANT, que são assim, não tem palavras para descrever o que a Riot me proporcionou esse ano e sou muito feliz por isso.

Tixinha em entrevista com a Fnatic no VCT LOCK//IN
(Foto: Divulgação/Riot Games)

Momentos memoráveis em 10 anos de carreira

Tixinha destacou dois momentos especiais durante sua trajetória, um relacionado à vitória da LOUD e outro à entrevista com a FNATIC na grande final.

Fiquei muito feliz em dois momentos. O primeiro foi a LOUD ser campeã e eu estar ali na transmissão. Acho que é uma realização para todo o caster, para todo mundo que trabalha nessa parte de comunicação, ter a sua região, o time que você torce ali, onde foi o melhor o ano inteiro.

Outro momento foi o Lock//in porque foi minha grande experiência. Fiquei muito nervoso com muitas coisas novas que vivi no Lock//in e poder entrevistar a FNATIC foi uma experiência inesquecível. 

O que o futuro espera de Tixinha?

Ao abordar os motivos que o levaram a tomar essa decisão, Tixinha destacou a busca por novos desafios e a vontade de explorar outras faces de sua carreira. Ele expressou o desejo de criar projetos inovadores e se inspirou em personalidades como o Ilha das Lendas para guiar seus esforços em 2024.

Tenho muitos planos. Continuarei nas lives e espero conseguir as liberações da Riot para fazer Watch Party, mas minha ideia é fazer o Challengers e o VCT Americas no mínimo, mas meu canal será a TV do VALORANT para assistir o que você quiser. 

Quero criar projetos, criar coisas que o VALORANT precisa que a gente não tem ainda. Estou pensando em ideias de execuções diferentes para não ser só pessoas falando ali.

Quanto ao seu futuro no cenário competitivo, Tixinha esclareceu que planeja continuar envolvido no VCT. Ele enfatizou seu desejo de focar em seus projetos pessoais, criando conteúdo e explorando novas formas de entretenimento.

Tixinha não será caster do Challengers que foi terceirizado

Ao abordar a questão de não ser caster do Challengers, Tixinha explicou que ainda não há nada definido quanto a sua participação no campeonato terceirizado. Ele destacou sua intenção de se concentrar nas Watch Parties do VCB.

Ainda não tem nada definido quanto a isso e a minha ideia é focar em Watch Party do VCB porque será a forma que contribuirei melhor na viewership, na criação de conteúdo. Talvez a GC precisará chamar casters e é o melhor cenário para revelar novas pessoas e dar espaços para pessoas que estão crescendo.

Talvez a GC precisará chamar casters e é o melhor cenário para revelar novas pessoas e dar espaços para pessoas que estão crescendo.

Posso acrescentar e criar coisas para o Challengers já que esse ano a liga sofreu muito disso, da parte de engajamento, viewership, mudanças de estrutura e de alguma maneira posso auxiliar na continuação de uma liga relevante e do que eu puder.

Tixinha e outros casters da Riot Games
(Foto: Divulgação/Riot Games)

Agradecimento à Riot e aos colegas de trabalho

Em uma mensagem de agradecimento, Tixinha expressou seu carinho e gratidão pelas pessoas que o acompanharam ao longo de sua jornada na Riot Games. Ele reconheceu a importância de colegas, produtores, câmeras e outros profissionais que contribuíram para seu crescimento profissional.

Quero agradecer todo mundo que sempre me apoiou, que sempre me tratou muito bem e me ajudou a ser quem sou, ninguém faz uma carreira sozinho ainda mais nesse meio de comunicação. Então, tenho muito orgulho de todo mundo que trabalhou do meu lado e fez o Tixinha. 

Raquel Ferreira

por Raquel Ferreira

Publicado em 21 de dezembro de 2023 • Editado há 7 meses

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