A BLAST.tv Paris Major 2023 foi desastrosa para os times brasileiros. FURIA, paiN e Fluxo não conseguiram ter boas atuações, e o país conquistou apenas uma vitória durante toda a competição. Somente a paiN venceu; FURIA e Fluxo foram eliminados com três derrotas.
Expectativa vs. Realidade
A expectativa era grande. Para o último Major da história do CS:GO, a comunidade brasileira cultivava uma esperança. O maior desejo era que as equipes pudessem desempenhar um bom jogo e disputar, até os últimos momentos, vagas nas fases seguintes. Isso não aconteceu.
Fluxo e paiN eram Challengers, entraram na primeira fase do Major de Paris. No entanto, o desempenho não foi suficiente para avançar ao Legends Stage. Apesar do esperado 0-3 do Fluxo por parte da comunidade internacional, a torcida brasileira esperava boas atuações e um nível de competição maior.
Já no primeiro dia, felps e companhia ficaram 0-2. O que mais assustou foi o nível de jogo apresentado. Para exemplificar isso, o dado que a equipe pontuou apenas dez vezes corrobora o nível baixo de atuação. No jogo final, contra a Liquid, o Fluxo até começou com vitória no mapa, mas sofreu a eliminação com uma virada. O Fluxo começou mal, mas quando estava recuperando seu jogo, o tempo era escasso.
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A paiN foi a única equipe brasileira que deu alegrias para o torcedor. Durante a jornada na Challenger Stage, biguzera e companhia chegaram na última rodada com chances de classificação. No entanto, sofreram com a Liquid. A paiN venceu os únicos dois jogos de times brasileiros.
A FURIA foi decepcionante. Tida como a equipe brasileira mais bem preparada, a equipe não desempenhou o jogo esperado pela comunidade. O quinteto brasileiro vinha de um mau momento nos campeonatos e não conseguiu melhorar. O time foi eliminado sem nenhuma vitória, o que foi um vexame para o nível que a equipe tem.
Futuro do CS:GO brasileiro
O Brasil terminou o CS:GO com um desempenho pífio no último Major da história do jogo. Isso deixou a comunidade preocupada com o futuro do cenário, principalmente pelas últimas atuações dos brasileiros contra adversários da região da Europa.
Esse também é um momento que as equipes enfrentam, principalmente quando atuam contra times europeus, uma grande pressão por resultados. A torcida brasileira não vê um grande título desde 2017, o que aumenta ainda mais essa pressão já citada.
Se tratando de CS:GO, essa grande pressão por resultados é nova. Equipes e torcedores têm que entender o momento. Não é fácil, mas equipes têm que se fechar, melhorar seu jogo e desempenhar um CS de maior qualidade. Para o CS 2, principalmente, a questão que fica é: Europa ou Estados Unidos.
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FalleN já falou sobre isso. Para o Verdadeiro, equipes que querem chegar ao topo mundial precisam ter sede na Europa. Ex-companheiro de FalleN, coldzera apoiou a ideia do Professor. A FURIA já possui uma sede em Malta, mas ainda disputa competições pela América do Norte.
O fato é que o CS:GO brasileiro tem que se reinventar. Essa reinvenção precisa em todos os aspectos: mira, decisões, psicológico, mecânicas… Em todos os pontos que um profissional pode melhorar, o cenário brasileiro precisa fazer para alcançar um nível superior ao que tem demonstrado nos últimos meses.
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