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Com o fim da primeira etapa do Major, é correto dizer que as mudanças foram certeiras

Com o fim da primeira etapa do Major, é correto dizer que as mudanças foram certeiras

A primeira etapa da IEM Katowice – The Challengers Stage -, chegou com mudanças. A ESL, organizadora do primeiro Major de 2019, anunciou novidades para a fase inicial do torneio, como mais séries MD3, sistema de ranqueamento e elo. Após o fim da etapa, está claro que tais mudanças foram certeiras.

O ranqueamento foi perfeito. Cada equipe escolheu uma posição para os times adversários, mostrando quais são os melhores times e os piores para os jogadores, e sendo ele o definidor dos confrontos iniciais.

O melhor time foi a Fnatic, enquanto a última posição ficou com a ViCi Gaming. A primeira partida, inclusive, foi entre eles. Disputada na Inferno, os chinês da ViCi provaram que o nivelamento não entra no servidor e venceram por 16×9.

Porém, outra mudança encaixou perfeitamente com os rankings. O sistema de elo, que decidiu as partidas seguintes de todas as equipes. Baseado na posição do time no ranking e sendo ajustado com as performances das equipes, os elos resultaram em confrontos emocionantes e muito próximos, sendo a maioria das partidas definidas no detalhe.

A entrada de mais séries MD3 atendeu a um desejo antigo do público. Após as duas primeiras rodadas, todos embates foram disputadas em três mapas, o que levou as equipes a se provarem mais.

Enquanto nos Majors anteriores as equipes precisavam vencer somente três MD1 para avançar à etapa seguinte, em Katowice a cobrança foi maior, e o drama também. O caminho mais fácil para o The Legends Stage era vencer as duas primeiras rodadas – disputadas em MD1 -, e uma MD3. A NRG e a Renegades foram os times capazes de saírem invictos, tendo derrotadograndes organizações como a Ninjas in Pyjamas. Os suecos, no entanto, garantiram a classificação com um placar de 3-2 em séries.


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GeT_RiGhT comemora round vencido pela equipe. Foto: ESL/ Adela Sznajder

Somente equipes que souberam mostrar adaptabilidade, novas estratégias e aproveitar dos erros dos adversários se mantiveram vivas no torneio. Organizações gloriosas, como a Fnatic – que ficou pela primeira vez fora do top 16 em um Major -, caíram cedo no torneio, sendo surpreendidas por equipes e jogadores talentosos.

A ESL, organizadora do evento, soube fazer florescer a visibilidade que a etapa merece. Por contar com times mais inexperientes, a primeira fase do torneio não atingia grandes números de telespectadores. Com esses acertos, o The Challengers Stage da IEM Katowice teve uma média maior que 600 mil pessoas, segundo Michal Blicharz, vice-presidente da ESL. Esse número é o dobro da média alcançado nos dois últimos Majors, o FACEIT Major London e a ELEAGUE Major Boston, ambos disputados em 2018.

O ano de 2019 começou bem para o CSGO, e muito se dá pela precisão das mudanças realizadas pela ESL. Ao ouvir o público e estudar bem o que poderia agregar ao maior torneio do jogo, a organizadora aumentou todo o patamar do campeonato e lhe deu a dimensão merecida.


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Victor Hugo Porto

Jornalista de Esports

Publicado emAtualizado

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