LoL: Qual campeão recebeu mais reworks na história do LoL?

LoL: Qual campeão recebeu mais reworks na história do LoL?

O rework da Shyvana já já está chegando no LoL, mas você se lembra de qual é o campeão que mais vezes recebeu essa repaginação? Para muitos, ele é o protagonista da história do League of Legends e foi, e ainda é, um dos melhores campeões do protagonista do competitivo de League of Legends, Faker.

O Ryze é o campeão que mais recebeu reworks na história do LoL

Ao longo dos anos, Ryze recebeu diversos ajustes e mini-reworks que muitas vezes mudavam profundamente sua jogabilidade. Foram três grandes mudanças que o campeão sofreu, além de mudanças pontuais.

Quando lançou, o Mago Rúnico tinha o seu problema estampado no que era sua vitrine: a simplicidade. Um campeão com três habilidades point and click, sendo que uma reduzia Resistência Mágica e outra prendia, somadas a uma ultimate que fazia todas as habilidades causarem dano em área e fornecia Vampirismo Mágico? Problemático e difícil de ser balanceado.

Foi aí que entrou um novo conceito para o Ryze, ainda em 2010. Antigamente, sua passiva concedia Poder de Habilidade baseado na Vida Máxima perdida, mas isso mudaria e se tornaria uma passiva ainda mais quebrada: após usar uma habilidade, Ryze reduzia o Tempo de Recarga das outras habilidades em 1.5 segundos. O campeão lançava rajadas do seu combo simples de Q, W, E e Q.

Dessa forma, a Riot partiu para o segundo rework e, mais uma vez, mexeu em sua passiva:

O Ryze ganha uma carga de Maestria Arcana por 6 segundos sempre que usa uma habilidade, acumulando até 5 vezes.

Ao atingir 5 cargas, Ryze fica sobrecarregado para seus próximos 5 usos de habilidades ou por 2,5 a 5 segundos, com base no nível do Q. Durante esse estado, ele recebe um escudo de 25 a 110, também com base no nível, além de 8% da mana máxima, e faz com que seus lançamentos de habilidades sobrecarregadas reduzam todos os seus tempos de recarga em um valor equivalente ao nível do Q.

Com isso, não bastava apertar qualquer botão; era necessário maximizar o combo de maneira exata. Sendo assim, o campeão tinha menos burst, mas um dano prolongado bizarro na mão de quem sabia jogar, e, desse jeito, foi extremamente dominante no competitivo.

É dessa maneira que chegamos ao rework de 2015, em que o E virou um sistema de runas, marcas, e não mais uma habilidade que se espalhava causando dano. O Q deixou de ser point and click e sua ultimate parou de ser um super buff de status, tornando-se uma ferramenta de translocação, colocando o Ryze em um lugar menos mecânico e mais voltado à consciência de mapa.

Em 2019, o sistema de runas do E foi bem mais simplificado e diminuiu a quantidade de combinações. Sendo assim, o campeão ficou mais simples e com menos teto de habilidade individual, mantendo o que conhecemos até hoje: um campeão perfeito para jogar o mapa.


Continue depois da publicidade

Imagem: Reprodução/Riot Games

Publicado em

Atualizado

Sérgio 'Correslol' Fiorini

Sérgio 'Correslol' Fiorini

Jornalista nos Esports desde 2022. Tropa da Edificação. Jornalismo que incomoda.

Matérias relacionadas

Parceiros
Apenas para maiores de 18 anos, aposte com responsabilidade.
BetBoom
ESTRELA★BET
ApostaGanha
Betfair
Partidas
Resultados
Ultimas Notícias