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Wild Rift: Campeão brasileiro, Feex lembra quando largou emprego e times recusaram treinos

Wild Rift

A Omegha levantou, no último domingo (8), o troféu do Wild Tour Brasil 2022, o maior campeonato de Wild Rift no Brasil. A vitória veio depois de sete jogos suados contra a Vivo Keyd e, um dia antes da conquista, o suporte Feex contou como foi o caminho difícil até finalmente chegar no topo do cenário.

“Eu sempre competi bastante no cenário mobile, já competi pela paiN em 2017 e pela Nova em 2019”, contou o jogador em entrevista com o Mais Esports no último sábado (7) logo após a vitória contra a Liberty. “Em 2021, eu queria realmente me dedicar ao Wild Rift porque ele iria finalmente lançar”, continua.

Wild Rift Campeão Brasileiro Omegha Feex
Feex, ao centro, durante a conquista do Wild Tour Brasil 2022. Foto: Divulgação/Riot Games (Cesar Galeão & Bruno Alvares)

“E eu falei ‘ou eu faço isso agora ou nunca mais vou fazer isso na minha vida’. Então larguei o emprego e aí entrei no tryout de uma equipe chamada GODSENT. Só que acabou não dando certo, eles não iam dar um apoio muito grande pro Wild Rift e era esperado também porque o cenário estava crescendo”, relembra.

“A base daquele time era eu, o Benignus, que é o jungle, e o Seelinah, que se tornou o suporte. E aí junto com o coach Wonder, que é o irmão do suitS, a gente fez o projeto entre a gente. E fizemos um pacto, que é basicamente a gente vai treinar, não vamos jogar nenhuma competição e vai se preparar pra uma oportunidade”, conta.

“E foi exatamente isso que aconteceu. A Omegha chamou a gente depois de um treino com a line-up antiga deles que não queria treinar com a gente. Eles não queriam, porque achavam a gente ruim, e batemos neles”, relembra.

Wild Rift Feex
Feex, da Omegha, na conquista do título do Wild Tour Brasil 2022. Foto: Divulgação/Riot Games (Cesar Galeão & Bruno Alvares)

“E começamos a jogar, jogamos e jogamos. A gente treinava das 14h às 22h, sem salário, sem jogar campeonato, só na força de vontade. O nosso ADC antigo saiu, aí entrou o Aomine que a gente achou na ranqueada e o top laner já não aguentava mais competitivo. E chamamos o Huya, que era da Vivo Keyd”, explica.

“Em 2021 a gente perdeu pra TSM, perdeu a vaga e não foi muito relevante. Continuamos o bom trabalho, continuamos dedicados, e aí trouxemos o suitS que foi uma benção pra gente”, conta.

Com a vitória no último domingo (8), a Omegha segue direto para a fase de grupos do Wild Rift Icons, o campeonato mundial do game mobile. Ele acontecerá a partir do mês de junho na Singapura, confira mais aqui no Mais Esports!

Maximilian Rox

por Maximilian Rox

Publicado em 09 de maio de 2022 • Editado há 2 anos

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