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A W7M venceu a Red Canids na final do CLUTCH e sagrou-se campeã da segunda edição da competição. Peu, treinador da equipe, falou com o Mais Esports a respeito da conquista da equipe.

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Peu, técnico da W7M, durante jogo do CLUTCH, antes do isolamento social. Foto: CLUTCH

As campanhas da W7M

A campanha nesta segunda edição foi exatamente o oposto da primeira etapa do CLUTCH. A primeira edição foi difícil para a W7M: os Bulls terminaram na última colocação com apenas duas vitórias em 10 rodadas.

Segundo Peu, esse resultado não motivou a equipe a dar a volta por cima e o treinador afirmou que a campanha foi resultado de uma fase ruim da W7M. “Não acho que o resultado ruim do último semestre motivou eles [os jogadores] de alguma forma. Conheço todos a algum tempo, sei do potencial deles e acho que só foi uma fase ruim mesmo. Eu e o ableJ somos pessoas super confiantes e isso só somou com toda vontade que a equipe já tinha”, disse.

Peu foi questinado se essa campanha ruim da W7M poderia fazer com que os adversários se preocupasse menos com a equipe. O treinador afirmou que, por conta de suas outras passagens por outras equipes e conversas com integrantes do cenário competitivo, “o respeito que eles tinham pela W7M de 2018 e início de 2019 já não era tão grande como antes”.

No entanto, Peu não acha que isso não afetou o desempenho dos adversários dentro do jogo. “Não acho que isso tem impacto direto dentro da partida: no jogo vence a equipe mais preparada”, concluiu.

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raafa durante jogo da W7M pelo CLUTCH. Foto: Reprodução/CLUTCH

Semifinais e jogos online

Outra questão abordada foram os jogos das semifinais do CLUTCH. A W7M jogou contra a Vivo Keyd um dia antes do jogo entre Red Canids e Isurus. Com isso, a equipe de raafa assistiu a segunda semifinal já na final. Isso, segundo Peu, foi bom para a preparação da equipe para a decisão.

“Foi bom pois todos nós assistimos os jogos juntos no TeamSpeak, isso só reforçou o que a gente já sabia sobre a Red. Sabíamos cada passo que eles iriam dar na Train e isso facilitou para nos adaptarmos”, disse.

O treinador também comentou sobre a questão da pandemia da COVID-19. Com o avanço da doença no país, o CLUTCH foi movido para ser disputado de forma online. Esse fato, segundo Peu, não fez nenhuma diferença para a equipe.

“Os treinamento não mudam muito: continuamos treinando normalmente e sempre mudando a rotina de treinos para tentar achar uma que se encaixe melhor ao momento”, disse.

Peu também falou sobre os estudos dos adversário em época de quarentena e, segundo o treinador, o fato de tudo ser feito de casa facilitou a preparação da equipe. “Em relação ao estudo de adversários, eu costumo sempre assistir todos os jogos. Então o fato de ser online e ter uma rotina com mais tempo livre até facilitou para que eu estivesse mais preparado contra todas as equipes”, disse.

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ableJ, jogador da W7M. Foto: CLUTCH

Sobre os jogos em si, o treinador deu uma leve alfinetada nos adversários. Para Peu, a W7M é uma equipe que joga melhor em lan e se o campeonato inteiro fosse disputado normalmento, a W7M venceria todos os jogos, segundo o treinador.

“Acho que nosso time sempre foi uma equipe que preferiu os jogos em lan. Geralmente estamos mais focados e costumamos desempenhar melhor. Acredito que não teríamos empatado nenhum jogo se fosse em lan”, concluiu.

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