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CBLOL 2024: CEO da INTZ explica a demora pra fechar o elenco

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Uma das maiores polêmicas da INTZ foi a demora para fechar o elenco, sendo uma crítica até do Ranger, e o Mais Esports em entrevista individual com Lucas Simon. Confira a entrevista completa:

Confira o vídeo completo aqui:

Por que levou tanto tempo para fechar o elenco da INTZ? E este foi exatamente o planejamento de vocês?

Vou contar com detalhes, então, numa timeline, tá? Sim, uma linha do tempo de como foi. Cara, em 2022 a gente fez esse projeto, né, do esportivo. E a gente tinha dois jogadores e o Aoshi, com o contrato de dois anos, né? Então, a gente entrou em 2023 com alguns contratos ainda vigentes. E esses jogadores que a gente entendia que era bem importante para… a base do time. Quando eu falo a gente entendia, eu não falo de mim, eu não tenho conhecimento desse nível de League of Legends para realmente tomar decisão.

Na foto a entrevista exclusiva do Mais Esports com o Lucas Simon, feita por Bruno "LeeonButcher" Pereira.
Lucas Simon fala sobre a montagem do elenco da INTZ (Foto: Reprodução/Mais Esports)

Quem é responsável por estas decisões?

Esse scout é feito pelo head de esports (Mortal), pelo responsável pela modalidade e a comissão técnica. E aí, esse scout vem junto com o orçamento, isso é uma coisa que a gente vem fazendo nos dois anos, eu participo mais na hora da janela, mais ajudando até ideias ali, né? Mas conhecimento dos jogadores eu não tenho, então, da falastralha de jogo deles, então esse evento que eu comecei. E a partir daí, quando começa o split, realmente aí é totalmente a comissão.

Na foto a entrevista exclusiva do Mais Esports com o Lucas Simon, feita por Bruno "LeeonButcher" Pereira
(Foto: Reprodução/Mais Esports)

Voltando a falar da janela, em 2022, a gente fez essa remontagem do projeto de esportivo, alguns já tinham contratos pra 2023, que estavam vigentes ainda, e a gente acreditava bastante no potencial deles, a gente trouxe outros jogadores em potencial. Só que todos os contratos que a gente tinha em 2023 acabavam junto do campeonato. E assim como acabou o split e a gente foi muito bem e realmente o nosso orçamento não era muito alto. E aí, a gente, basicamente, está na janela. Está falando de agosto, talvez, né? A gente tinha um plano inicial que era manter todo mundo e só mudando o Nosferus que não continuaria com a gente. Só que, durante esse processo, surgiram algumas possibilidades. Uma delas era montar o Exódia hot-dog com o Ninjakiwi. E a gente começou a acreditar muito nesse projeto do mundo, só que faltava o Envy que tinha contrato na RED e a gente viu que a única forma era a gente esperar, porque não iríamos conseguir pagar o Buyout dele. A gente realmente fez a estratégia de esperar, mas as conversas foram longas e acabaram não indo pra frente.

Lucas Simon,. CEO da INTZ
(Foto: Reprodução/Riot Games)

E próximo do fim da janela, o Corradini falou que ele fechou com a LOS e  aí, a gente basicamente chegou num momento ali que viu o que não ia acontecer. E aí, pro Shini, que realmente cogitou voltar a jogar com esse time, ele falou: “Pô, se não for com esse time eu não vou” E aí começou a cair um pouco isso, mas tinha outros planejamentos e sendo super claro com todo mundo.

E aí a gente acabou montando o time, mas o Mid realmente a gente ficou muito em cima, assim, para fechar, porque as opções que a gente tinha então a gente basicamente trouxe três pessoas. E aí a nossa mentalidade era ter três experientes e dois mais jovens, e depois dos treinos, ficou só duas pessoas: Aithusa e Namiru.

Acompanhe a trajetória da INTZ na cobertura completa do CBLOL 2024 1° split com calendário de jogos, resultados, tabela e outras informações aqui no Mais Esports!

Leia outras partes da entrevista: 

Na foto, a torcida intrépida (INTZ)
Reprodução/CBLOL Flickr
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Sérgio Fiorini
publicado em 22 de fevereiro de 2024, editado há 2 meses

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